
#MARÇOMULHER
A ocupação de mulheres nas mais diversas profissões e em cargos de destaque na sociedade, representa uma mudança importante no cenário da equidade de gênero no Brasil e no mundo.
Como encerramento do mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, e para representar todas as mulheres que hoje fazem parte de 58% do nosso quadro de profissionais, trazemos a história de quatro colaboradoras que ocupam cargos diferentes e extremamente essenciais para a existência da Humana Brasil.
ELAS NA HUMANA

Ocupando o cargo mais alto da Humana Brasil, a presidente Junia Paiva, é uma das mulheres que representam força, personalidade e determinação. Sua rotina é de extrema responsabilidade. “É necessário responder legalmente pela entidade em todos os seguimentos da organização da sociedade civil e em todos os níveis.” afirma a presidente.
Apesar das mulheres estarem garantindo o seu espaço no mercado, Junia acredita que ainda sente falta de mais figuras femininas na linha de frente. “Eu gostaria que as mulheres se tornassem mais corajosas em encarar as dificuldades de frente, buscando postos de maior responsabilidade, se fazendo presentes e sendo ouvidas em todas as decisões e em todos os seguimentos da sociedade.” enfatiza Junia, que ainda afirma que a sua presidência seja um exemplo para outras mulheres. “Incentiva outras mulheres a se sentirem desafiadas e a ocupar lugares de maior visibilidade” conclui.

Conduzir pessoas e dividir o seu tempo entre o campo e o escritório, é um dos principais desafios da engenheira agrônoma Polianna Farias, uma das diversas coordenadoras de projetos da Humana Brasil, que juntamente com as suas equipes desempenham um papel importante para o desenvolvimento das comunidades rurais atendidas.
Polianna acredita que a equidade de gênero no mercado de trabalho é essencial para o desenvolvimento das empresas. “Entrei na instituição como técnica de campo e atualmente estou como coordenadora de projetos. Hoje conduzo pessoas, ministro oficinas, elaboro relatórios e planilhas financeiras, entre muitas outras atividades. Esta postura da Instituição de inserir mulheres em cargos de ascensão estimula as pessoas a desenvolverem um trabalho ainda melhor”, enfatiza Polianna.
Ocupar o cargo de maior responsabilidade do projeto é apenas uma das conquistas da baiana Polianna, que ainda escolheu a Engenharia Agronômica, uma área majoritariamente formada por homens, para se desafiar e exercer o seu papel como mulher. “Escolher ser engenheira agrônoma, significou aceitar o desafio de ir além daquilo que compreendo como limite. Ser agrônoma nessa sociedade machista é ser sempre subversiva”.

Enquanto a equipe de campo trabalha na ponta com as comunidades, no escritório a gerente de contratos da Humana Brasil, Teresa Almeida, monitora e garante o bom andamento dos projetos. “Lido diretamente com os financiadores dos projetos e estabeleço essa ponte com a instituição. O mais importante é perceber que o trabalho é válido para melhorar a qualidade de vida dos beneficiários dos nossos projetos e que a Instituição não faz distinção de gênero, reconhece e valoriza o trabalho pela capacidade técnica e conhecimento”, afirma Teresa, que hoje gerencia os contratos de grande parte dos nossos projetos.
Sua função representa um misto de orgulho e reconhecimento. “Atuar na Gestão de Contratos é algo que me realiza profissionalmente. Me sinto honrada em poder ocupar um cargo de gestão e perceber que algumas organizações, como a Humana, confiam na seriedade e capacidade do trabalho desenvolvido por nós, mulheres. Os ganhos são maiores quando a mulher também ocupa o mercado de trabalho.” diz Teresa.

Atuando como assistente de diretoria, Michele Paixão colocou em prática todo o seu conhecimento quando foi convidada para coordenar um dos grandes eventos realizados pela Humana Brasil em 2019, a Feira Afrodescendente “Tem Quitanda na Cidade!”. “Eu já havia trabalhado em grandes eventos, mas nunca coordenado um. Ser a responsável por tudo exige muito foco e tranquilidade... é preciso ser criativa, utilizar corretamente todos os potenciais a seu favor”.
A decisão de dar oportunidades para as mulheres é sem dúvidas um dos passos para construir uma sociedade mais justa e igualitária a nível global: “A Humana Brasil trabalha para alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas. Este é um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Eu sou grata pela oportunidade que me foi dada e por isso trabalhei tanto para que a feira fosse o sucesso que foi.” finaliza Michele.